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design-is-fine:

Mario Ballocco, Compenetrazioni tricromatica, 1970. Italy. Collezione Prestini.

(via vjeranski)



asylum-art:

Photographs of Mirrors on Easels that Look Like Paintings in the Desert by Daniel Kukla

Portfolio / Lens Blog

Last spring, Brooklyn-based photographer, Daniel Kukla, took refuge for a month in a cabin in the Joshua Tree National Park as part of an artist’s residency by the United States National Park Service. From sun up to sun down, Kukla roamed the desert with a mirror, easel, and camera. He photographed the propped mirror to catch the opposing elements within the environment, creating abnormal yet striking imagery as a result.

(via milkmoan)




"The visual power of design derives from the idea of contrast. If you ask why something works and you push back far enough, eventually everything seems to be based on contrast: the ability to distinguish one thing from another. Composition, sequencing, even legibility all rely on devices that affect the contrast between things. Contrast seems to control many of the phenomenon essential to visual communication: grouping things into families, creating theme and variation, establising hierarchies, and providing interest.”
- Chris Pullman, Some Things Change
 
Partindo deste excerto de Pullman acerca dos aspectos fundamentais no design, procurei dar uma resposta de forma retórica ao exercício proposto (cartaz(es) + animação). Para tal dei maior atenção a estratégias que dêm ênfase ao conceito de contraste, e até mesmo que criem certo efeito visual através dele. Com o auxilio da tipografia procurei desconstrui-la de forma a criar uma ilusão que obrigue o público a pensar e a desvendar como esta interfere com o seu olhar.




π PI (1998)

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Frames de Pi (1998)

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Frames de Requiem For a Dream (2000)

● CINEMA ●

Titulo original:π Pi
Director: Darren Aronofsky
Ano: 1998
Informações adicionais (IMDb)

1. A Matemática é a linguagem da Natureza;
2. Tudo pode ser representado e compreendido através de números;
3. Ao fazer gráficos com números de qualquer sistema, surgem padrões;
Portanto, há padrões em tudo na Natureza.” 
- Max Cohen

3,14 ou melhor dizendo, π (Pi), foi o primeiro filme realizado por Darren Aronofsky em 1998. Como primeiro passo nos grandes ecrãs, Aronofsky realizou um filme que, na minha opinião, faz com que o público banal habituado a roteiros mastigados, desista nos 15 minutos iniciais. O espectador é bombardeado logo na apresentação com cenas de longas sequências de números e complexas teorias matemáticas ao som de música electrónica a um ritmo agitado, transportando-o assim de imediato para um universo caótico e paranóico. 

Isolado do mundo, no seu minúsculo apartamento claustrofóbico, vive um génio matemático, Max Cohen (Sean Gullete, também co-roteirista),  rodeado por maquinaria computacional dos anos 90, obcecado por encontrar o padrão supremo

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